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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Esta Síria que mata

Esperei, combatendo o sono, pelo documentário sobre o regime totalitário da Síria. Há muito que o mundo árabe me encanta. Encanta não no sentido de admiração, mas de espanto. Não sou naife ao ponto de achar que os nossos valores ocidentais são impolutos. Temos a nossa cota parte de pecado neste mundo, mas por termos valores tão distintos, espanta-me (novamente a palavra) o pouco valor que a vida humana tem em alguns países árabes. Depois, há um ano que vejo o efeito dominó no derrube às ditaduras que vão desde Egipto e que acabou por contaminar (ainda bem) os países fronteiriços. Daí até ao que se passa na Síria foi um pulinho. Fiquei a ver. Fiquei atenta a tentar perceber como é que o Ocidente, em especial a  França dos últimos anos, ajudou a que o assassino do Bashar se mantivesse no poder. De que forma se acham os políticos ocidentais mais espertos e capazes de fazerem o seu teatro de fantoches, e depois deparam-se com a sua imprudência? Fiquei a ver e embora com o coração apertado pelo povo da Síria que vêm seu sangue correr pelas estradas e que continuam em frente. Fiquei a ver homens, mulheres e crianças a sairem com a única arma - a palavra - em riste. Fiquei a ver e vou-me deitar mais aliviada porque é notório que o regime totalitário ainda vai matar alguns, mas não tardará a cair no charco, sem louvor ou glória. Não tardará, minha gente. Não tardará. Admiro todo o povo que enfrenta a morte por uma paz para as gerações vindouras. Admiro tanto quanto abomino quem mata apenas por sede de poder. Apenas. ´Mas não tardará.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Índia

Bem vindos leitores da India. Sejam bem vindos. Cá vos espero com as minhas neuroses.

em menos de 24 horas fiz 72 horas

... 17:30 (ontem) saí do trabalho, fui a correr ao supermercado comprar um bom peixe para fazer para o jantar. Meti as compras no carro e fui a correr buscar a minha filha. Estava com a minha filha telefona a avó a pedir para passar pela loja que tinha uma coisa para a minha linda. Fui a correr buscar. Era um casaco. Sempre a correr em direção a casa onde me esperava a minha comadre para ver a minha arrecadação +para colocar uns pertences dela. Corri. Cheguei a casa. Filha num braço, compras no outro e toca a entrar em casa. Mostrar a arrecadação. Olhar relógio. Quase horas de meter o peixe no forno para não ter de comer às quinhentas. Comadre foi embora. A filha anda por casa a deixar um rasto de destruição para trás. Não vejo o peixe nos sacos das compras. Pode ter ficado no carro. Não posso deixar a filha sozinha para ir ao carro. Vestir casaco à filha. Pegar nela. Descer em direção ao carro. Abrir carro. Peixe encontrado. Pegar no peixe e na filha e subir para casa. Chegar despir filha e começar a fazer o jantar entre amuos da filha, candeeiro partido pela filha, revistas rasgadas pela filha. Liga minha cunhada. Precisa de roupa que a minha filha já não use para mandar para Accra, para uns orfanatos. dar a volta às gavetas. Aos brinquedos. Meter Num saco. Chega cunhada. Dar-lhe o saco. Falar rápido de tudo e mais alguma coisa. Suar. Dar bolacha à filha que come em segundo e meio onde tento, nesse segundo e meio descascar todas as batatas, temperar o peixe e metê-lo no forno. Meu irmão já devia ter chegado. Ligar ao mano incessantemente para saber dele. Filha rabugenta pela pouca atenção que lhe dou. Chega mano. Peixe pronto. Jantar. Meter roupa para lavar. Banho e comida à filha. Colocá-la para dormir. Ver a final do Masterchef. Dormir. Acordar e tomar banho rápido. Vestir e arranjar-me. Dar leite à filha, vesti-la e acordar o mano. Levar a filha à super-mega-ama e voltar a casa para apanhar o mano. Tomar o pequeno-almoço e, finalmente, suavemente, relaxar. Cansada. Estou cansada.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

No privado como no público

Minha mãe vai ser operada para a semana. Como vai ser no privado e vai ter um quarto para ela, resolvi ficar com ela na quarto para o caso de ela precisar seja do que for. Assim, liguei para o hospital para informar que minha mãe iria ter um acompanhante e para saber se era preciso aqui a je fazer alguma coisa. Eis a saga que se seguiu.
No site não havia nenhum número para informações, optei por ligar o que dizia 'consultas':
 - Bom dia. Minha mãe vai se operada aí no próximo dia 17, ela chama-se......, o medico é o ..... e eu sei que ela terá de ficar 4 a 5 dias internada e gostaria de ficar com ela no quarto. É possível?
 - Pois, não sei, ligou para as consultas.
 - Eu sei que liguei para as consultas mas no vosso site não havia nenhum número para informações.
 -Pois, isso não sei porque não costumo ir ao nosso site.
(um minuto de silêncio enquanto me ria para dentro. Quebrei o silêncio)
 - Pode então passar para uma colega sua que me possa dar a informação de que necessito?
 - Sim, um momento.
(colocou-me a ouvir piano. Um minuto depois)
 - Hospital....., bom dia.
 - Bom dia. (e repito a lenga-lenga e no fim ouço)
 - Ai menina, sou eu novamente. Acho que não a consegui passar para a minha colega.
 - Acha? Pois eu tenho a certeza. - respondi ainda bem disposta.
 - Se calhar é melhor tentar de novo.
 - Não prefere dar-me o número da sua colega para que eu possa ligar-lhe directamente?
 - AH, nós não estamos autorizados a dar os números privados uns dos outros. - Responde-me o supra sumo da inteligência nacional.
 - Eu não quero o número privado da sua colega, mas o número do hospital que ela atende, minha senhora.
 - Ah!, esse sim, mas não o sei de cor. Deixe-me ir ver qual é ( e mais um minutinho a ouvir piano que a esta altura é o ideal porque aquilo acalma efectivamente). E eis que a senhora aparece do outro lado da linha e sai-se com esta:
 - A senhora está com sorte, a minha colega ia a passar aqui e prendi-a. Vou-lhe passar o telefone.

E pronto, eu como estava cheia de sorte, lá falei com quem sabe e fiquei a saber que nem tinha de ligar, nem mandar nada a informar que iria ficar no quarto. Essa informação basta dá-la no dia em que se chega ao hospital. Simples, eficaz e uma valente conta de telefone.



quarta-feira, 1 de junho de 2011

homens previsíveis

Desconfio que sei quem foi que o empregado de limpeza escolheu para sua especial amiga de todas as loucas que se eriçavam só de o ver. E só me vem à cabeça uma anedota, que nem tem muita piada, e que certamente conhecem. Um homem tinha de escolher uma de três mulheres com quem casar. Uma era excelente na cozinha, a outra era única a limpar e a terceira era maravilhosa nas economias domésticas. Com quem casou? Com quem tinha o melhor par de mamas. Pois, a anedota é isso, esperada e sem grandes rasgos, que isto do humor quer-se inteligente, mas serve a mesma para vos dizer que o moço deverá, acho eu, ter escolhido a que, de todas, possui um corpinho de meter inveja a Deus e ao mundo. Pois é, homem previsível.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Fui almoçar com uma amiga...

... e ela perguntava porque é que eu gostava tanto da minha chefe e aquilo que me veio logo à cabeça e que nem disse foi que gosto de trabalhar com quem não me quer comer.

Faz bem mudar

Ele dizia-me: «Se cortares o cabelo faz de maneira a que se note, a que constitua uma diferença, senão mais vale ficares quieta» E pronto, cortei como não cortava há uns bons 15 anos. E agora é que pareço ter mesmo os 29 aninhos que o estagiario bebé disse que tinha. Saiu-me o ar de amazona. Ainda vou descobrir porque é que os homens em geral gostam mais de cabelos compridos. E eu estou na fase de gostar do contrario do que eles gostam... vou morrer só e abandonada, é a minha sina!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Uma senhora faz pipi.


Não sou puritana nem gostava de o ser; da minha linda boca sai, muitas vezes, asneiras; não me incomodam as asneiras das outras, sou, portanto, coerente, mas há uma frase que detesto ouvir da boca de uma mulher, detesto. E não é nenhuma que comece em 'foda-se' ou 'merda' ou coisa que o valha. O que detesto é quando ouço uma moça dizer: vou mijar! Há nesta frase algo de profundamente masculino. Parece que a moça vai, estando de pé, sacar de uma protuberância e direccionar para a sanita. Detesto ladys!

amor à ciência política

Uma amiga, que sabe que tenho um blogue questionou-me porque nunca escrevo sobre política quando é um assunto que gosto. Deixou-me a reflectir e a verdade é que escrevo pouco exactamente por gostar tanto. Explico. Gosto de ciência política, o que move, os ideais, a construção de uma sociedade, a democracia, a monarquia, o pensamento estruturado, o repensar o presente, o construir o futuro. Tudo isto e mais ainda é política. É, para ser mais exacta, ciência política. Fascina-me quando, de repente, aparece alguém que nasceu para nos fazer crer, para nos dar algum alento. Os fenómenos Obama mexem comigo. Leio tudo o que se passa na Islândia, no Brasil, O Lula,  Sá Carneiro, Churchill… Os politicamente incorrectos também lhes acho piada desde que não me governem, tais como o Sílvio Berlusconi. Mas o que se passa, actualmente, em Portugal, ultrapassa a ciência política, ultrapassa, até se quisermos, a política simples porque nos actos, nos discursos, a verborreia destrói a educação de um povo. A sua conquista. Aquilo que se conquistou no 25 de Abril, é repisado diariamente pelos políticos da nossa praça. Aquilo que se ensina a um filho, é estruturalmente colocado na berma pelos nossos políticos. O que se diz e como se diz, fazem uma mossa profunda na democracia. Não se apercebem, mas quando chamam ‘foleiro’ a um Presidente da República estão a denegrir profundamente esta instituição; quando se recusam a falar uns com os outros sendo eles que nos representam, estão a cuspir em nós; quando mentem, quando denigrem, quando destroem a verdade aniquilam mais um pouco a sociedade que os elegeu. E o que se passa hoje em Portugal, é que não se trata de um confronto de ideias aquilo a que assistimos diariamente, trata-se a um profundo aniquilamento de uma ideia de cidadania. Não me revejo no que vejo. Os nossos políticos deveriam, grande parte deles, ser julgados pela desconstrução profunda com que diariamente cavam na nossa vida pública. Eles não sabem, mas quando, com leviandade, nos mentem, nos enganam, não fazem só com que deixemos de acreditar neles, ou no partido que representam, estão, também (e isto é que é grave) a meter uma bala directamente no coração da democracia, da linda Ciência Política.
Por isso, sim, gosto de Ciência Política mas essa não vive em Portugal.

Dia de conto de fadas

A monarquia nunca me interessou de forma especial. Gosto apenas enquanto formação importante de algumas sociedades. No entanto, quando há uns anos perguntaram à Kate Middleton se não se sentia uma sortuda por namorar com o principe e ela respondeu que ele é que deveria sentir-se um sortudo por namorar com ela, nasceu em mim um interesse, embora comedido, por este casal. Por isso, segui com parca atenção, mas segui, o casamento destes dois seres. Comovi-me. Parece-me que a maternidade deixou-me mais ternurenta.
E pode-se apoiar ou não a causa monárquica, mas hoje tomos devemos estar de acordo de que é um dia conto de fadas. Ai pois é!

E quando os outros dizem o que eu penso!

« A mulher ideal é aquela que te é fiel mas se mostra tão sedutora como se não o fosse».
Sacha Guitry

Obrigada J.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Gente fina é outra coisa!

O sítio onde vivo, dizem, é de gente fina. Acredito e no melhor pano cai a nódoa, porque eu vivo lá. Seguimos em frente: no sítio onde vivo só há malta que parece viver razoavelmente bem, bons carros, empregadas domésticas internas e muita presunção. O carro mais fraco da zona será o meu and so one. De um prédio para o outro há jardins impecavelmente arranjados e muitas palmeiras. É na relva desses jardins que os putos jogam à bola, à apanhada, às escondidas. No sítio onde vivo a malta tem filhos ou cães. É vê-los a passear os cãezinhos (nenhum de grande porte, só os irritantes ‘rasteirinhos’ e com pêlo encaracolado que ladram num tom meio gaizola). É ver elas loiras espampanantes com seus bobis, e lulus, e eles de fatinho, com ar de senhores todos poderosos com os minis-cães a passeá-los no mesmo sítios onde as crianças brincam. Tudo corria bem se os donos dos cães pegassem nos cocos que os mesmos fazem. Como isso não acontece, os pais dos meninos resolveram fazer uma reunião e colocar em cada caixa do correio a seguinte mensagem: «Pela saúde dos nossos filhos, apanhem os dejectos caninos dos seus cães». E isto tudo para explicar o que vi hoje de manhã quando tomava um sumo na minha varanda. Olhando para a relva vi um senhor impecavelmente vestido a passear o seu lindo e minúsculo cão (um pouco de vento e lá ia o bicho) e uma senhora, de avental, que suponho sua empregada, atrás do canino a apanhar o que o bichano fazia.
É assim, a malta, gosta muitos de cães. Adoram-nos, faz-se o sacrifício de acordar mais cedo para os passear, mas apanhar a merda que fazem, isso nem pensar. Para isso leva-se a Zulmira!

terça-feira, 26 de abril de 2011

será um elogio?

Ela dizia-me:
 - Tu com esse risco nos olhos pareces uma cantora.
E eu agradeci, mesmo não sabendo se era um elogio ou não.

Gostava que me explicassem

Se morre mãe ou pai ou irmão temos 5 dias justificados para não ir trabalhar; se casarmos temos 11. Há coisas que não dão para entender. Na verdade, 5 míseros dias não dão para recuperarmos, muitas das vezes, das perdas de quem amamos. E quem casa, se quiser, que guarde as férias para folgar ou adaptar-se à nova vida. Nunca entendi este desproposito. Nunca me explicaram... ou explicaram mas eu discordo a ponto de continuar a não entender.

In Californication

« as mulheres no primeiro encontro sabem logo se querem o homem para o sexo, para casar ou para o matarem».

domingo, 24 de abril de 2011

Morte vs vida. Vida vs morte

um pessoa morre e olha-se para fora do buraco do luto e tudo decorre da mesma forma: o arroz doce, o cabrito assado, os foguetes, o arroz de forno, os folares, a roupa nova e os ovos de chocolate 'temos de seguir em frente' dizia a minha mãe. Pois temos, segui mas não gostei desta páscoa. Preciso fazer o luto quando a pessoa fez vida em mim mesmo que tenha sido há muitos e bons anos.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Uma trip de heroina

Meu querido,
foste embora para sempre. Há quanto tempo não nos víamos? desde a última festa familiar que tu, mesmo não sendo família, sempre foste. Ficávamos ali a remoer os tempos de adolescência e juventude em que saímos, partilhamos vivências, saberes, crescemos juntos e riamo-nos do tanto que tínhamos vivido. Lá em casa tinhas um quarto e meus pais eram para ti como pais. E vivíamos assim, paredes meias com uma relação de amizade e de irmandade. Depois, bem mais tarde, veio a puta da heroína. Essa porca imunda que começou por te levar aos poucos e nós, na senda de te salvar, fomo-nos desgastando. Querias sair. Depois não querias. Depois querias e foi assim, anos após anos. Um vai e vem que nos ia deixando loucos. Das últimas vezes que te vi, na verdade já não te via. Eras tudo menos tu. Mas sempre me custou deixar-te lá, nesse mundo estranho, de malta que se entrega por completo à alucinação da não-vida. Ias e vinhas. E agora foste para sempre. E agora queria muito que estivesses aqui, a dizer-me que tinhas coragem para te safar e com isso safares os anos e anos, uns 12, em que vivemos na doce loucura da juventude. Lembras-te do casamento do meu irmão em tua casa? Tão bonito! Para onde foste, amigo, para onde foste que nunca mais voltaste? Que te deu essa vaca que não tenhas tido em nosso abraço? Nossa companhia? Sempre quiseste voar. Dizias que querias ser pássaro. E ontem foste, um pássaro triste, dentro de um carro onde, para sempre, viveste os teus últimos minutos.
Onde quer que estejas, meu querido amigo, que estejas em paz, finalmente. Adoro-te. Falarei de ti ao teu afilhado para que nunca se esqueça que tinha um padrinho fantástico, porque o que me fica de ti, são os teus abraços quentes, os teus olhos meigos e a doçura com que me chamavas mana.
Tua sempre,
mana

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Ainda a formação

O formador, o Mister-O-Todo-Poderoso Formador da formação em que fui obrigada a fazer, até era um tipo com alguma piada. Servia-lhe essa qualidade para evitar que adormecêssemos. E para além disso, tinha um profundo conhecimento do funcionamento de uma instituição pública como aquela onde trabalho, o que me fez ter grande respeito pelo senhor. E pronto, acabam aqui as qualidades do mister. Das restantes características do senhor, que davam, cada uma, para um post, vou salientar aquela que mais me irritou. O senhor era um cagão. Mas um cagão daqueles que irritam qualquer ser pensante. Durante a formação não conseguiu inibir-se de dar exemplos para determinadas situações tendo em conta a sua situação pessoal. Explico melhor, para nos falar da importância do planeamento conseguiu dizer que ele, na sua casa onde vive, num condomínio fechado, com piscina e muito verde, tiveram de planear a melhor forma de executar as contas do condominio. Pronto, dito isto arranjou mais uma desculpa para falar do jipão (sim, ele falou em jipão) que comprara há um ano. E isso porque planeara comprá-lo no ano anterior «Meninos, toquem a planear as vossas compras com antecedência». Sim, claro que sim, e para o ano vimos todos nós, os da função publica que ganhamos milhares, de jipão. Sim, sim. Foi também dizendo que a sua filha gosta de comprar roupa cara e que ele gosta de ir com ela às compras e que podemos comprar o que desejamos se  reduzirmos extras. Perguntei-lhe ‘ e se as pessoas já tiverem reduzido tudo?’, mas ele fez de conta que não me ouviu. Se calhar porque a minha questão era desprovida de sentido. Podia dizer-lhe que a I. que trabalha comigo, mal tem para as despesas diárias quanto mais para extras, mas se calhar sou eu que penso mal e acho que um dia destes digo-lhe: 'Ó I, planeia, planeia e vais conseguir dar os ténís novos aos teus filhos ou mudar finalmente de pneus com os teus míseros 600 euritos, basta planeares'. E pronto, daqui a um ano, certa que a formação não acrescentou nada, tudo esquecerei, menos, naturalmente, que o senhor vive na porra de um condomínio fechado, possui um jipão e é um pai ‘buéda fixe’! Gosto que a minha entidade patronal compre estas formações. São de grande utilidade. E já que falamos em planear e executar, que tal planearem melhor aquilo que executam?

domingo, 17 de abril de 2011

Bricolage

Hoje deu-me forte para a bricolage. A p**** da mesa em vez de ficar melhor piorou. Vou dormir a sesta!