Ontem jantei com um casal de amigos em que ela é uma jovem muito puritana, muito sensível, daquelas que temos de escolher, e bem, as palavras que utilizamos aquando da sua presença. A dada altura, no meio da refeição, o marido queixa-se que ela é demasiado puritana, que racionaliza tudo, que não se deixa levar e que, por exemplo, ela até é incapaz de ver com ele um filme pornográfico. Dito isto a moça explodiu e disse bem alto e muito assertiva:
- Gosto, gosto sim, mas só daqueles que têm história, uma história romântica, de amor onde ficamos com a sensação de que os protagonistas ficam juntos para sempre!

Uma sugestão de leitura para o casal seu amigo:
ResponderEliminar"... Por mim, que sou pela devassidão, acho incómoda tanta “naturalidade”, além de que o tabu tem certas vantagens operacionais e estratégicas, libertando a imaginação. Um dia acabaremos, espero, a defender a existência de uma educação para o pudor."
[Na coluna do Correio da Manhã.]
E para ambos um conselho que lhes pode dar::há conversas que se não têm com os outros nem ao jantar.Ficam para ter lá em casa.Se possível com devassa e muita imaginação...