Assim, tenho de contentar com uma mísera cópia que tenho no meu hall de entrada, de tamanho considerável onde mostra uma Mona Lisa desfigurada. Na verdade, mostra mais do que isso. Basquiat entrava nos seus quadros e enchia-os de toda a sua plena imaginação. Há na sua obra, um murro no estômago de tão forte e assertiva que é. Reconheço-me em alguns dos seus traços. E é isso que nos faz gostar de algo: o encontrar a nossa identidade numas pinceladas feitas por alguém que não sabe ou soube que existíamos.

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