quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
traumas plastificados
Tenho uma grande e provavelmente comum, obsessão com os plásticos que vêm agarrados aos objetos novos, tais como telemóveis, computadores e etc. Creio, sem ter a certeza, que tudo começou quando tive de me sentar durante um ano num sofá ainda plastificado, embora já com uns 10 aninhos, que existia numa casa onde vivi durante um ano. O plástico era o de origem e onde veio embrulhado e manteve-se para que não se estragasse o tecido amarelo com uns arabescos cor de laranja. Resultado, o sofá foi para o lixo quando as molas já não funcionavam e tinha os buracos marcados dos cús de quem lá se sentava, inclusive do meu. E quando foi para o lixo ainda possuía o tecido que o forrava novinho em folha. E isto vem a propósito do quê? Do facto de entrar numa loja de eletrodomésticos e desatar a retirar o plástico dos eletrodomésticos à minha frente e ser repreendida pelo segurança. É uma patologia, senhor, patologia com uma origem bem fundamentada.
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