Durante longos meses tive dúvidas se o meu obstetra era, acima de tudo, meu médico ou médico da minha filha. Hoje sei que em caso de vida ou morte da mãe ou da criança, ele nada perguntará a ninguém e firme e seguro pegará numa faca e cortará a minha glote e de seguida a artéria aorta, sem dó nem piedade. Talvez ainda pondere decepar a minha cabeça do tronco, para que não haja a mínima possibilidade de eu sobreviver e depois ficará feliz com a minha filha nos braços a chorar enquanto a sua vida tem início neste mundo.
Parece-me bem, até porque queremos sempre o melhor para os nossos filhos!
Hummmmm!que conversa depressiva.Já tenho saudades de um post sobre um bom pitéu.
ResponderEliminarXico Fininho
Não é depressiva, é a constatação de um facto. Quanto a um bom piteu... pois, temia que este passasse a ser um blog de culinaria e arrepiei caminho, porque não é isso que se pretende. Sorry!
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